FHMMF completa 08 anos

Cinara Dreide \ Assessora de Comunicação 

Fundação Hospitalar Dr. Moisés Magalhães Freire completou, no último dia 12 de março seu oitavo ano. Em comemoração a data festiva, estiveram presentes o Presidente Darci de Sousa Maia, o Superintendente João Carlos Vieira, colaboradores e Conselheiros da Instituição onde reuniram-se para um grande abraço simbólico na portaria principal ao som de música de boa qualidade.

Logo após, foi passado um vídeo contendo depoimentos de colaboradores, direção e pacientes sobre o atendimento e avanços nesses 08 anos. Os presentes também puderam compartilhar de um agradável café da manhã no SND e um delicioso bolo representativo sobre a data.

De acordo com o Presidente, Darci de Sousa Maia “compartilhar uma iniciativa como essa é sucesso garantido. Quero parabenizar aqueles que colaboraram e colaboram para que a FHMMF seja o que é hoje. Gostaria de agradecer a todos os conselheiros presentes que me elegeram e que acreditam em meu trabalho. Às pessoas que constroem o dia a dia desse hospital e que não perderam os sentimentos de fraternidade e amor ao próximo. Parabéns FHMMF! Hoje, temos muito o que celebrar!” – finalizou Darci.

Hoje, a FHMMF conta com a dedicação cotidiana de diversos especialistas e mais de 350 colaboradores. Todos objetivando dar respostas às necessidades das pessoas que aqui vêm à procura de tratamento e apoio, o que se consolida em uma produção de aproximadamente 40 mil atendimentos anuais, entre internações, consultas, urgências e emergências, cirurgias, tratamentos em unidades de terapia intensiva, partos e outros procedimentos.

 

FOTOS: Orimar Santos

UTI Neonatal na Fundação Hospitalar

Maria Goretti Rodrigues é madrinha e Valmir Gomes dos Santos é pai do segundo prematuro que recebemos ontem (25/02/16) de Várzea da Palma. Davi Gomes Viana, nasceu com 2.550k e 45 cm, passa bem e ainda está na UTI Neonatal. “Foi um momento muito tenso pra nós. Minha esposa teve uma hemorragia muito forte e foi feito a cesariana em Várzea da Palma para depois traze-la pra cá. A UTI Neonatal foi uma luz divina e chegou na hora certa. Deus foi tão maravilhoso que tinha vaga no CTI para minha esposa também. Senão não teria cabeça para ficar com meu filho aqui e ela em outra cidade” – declarou o pai do Davi.
Para a madrinha do bebê, “essa tranquilidade de estar próximo a nossa cidade é excelente. Imagina se tivessemos que nos deslocar para uma cidade distante, ter que ir de ônibus ou encontrar um carro pra nos levar todos os dias. Com certeza seria muito estressante” – declarou.
As mães e os dois bebês passam bem e aguardam alta dos neonatologistas.

Histerectomia transvaginal também é feita na FHMMF

A paciente Edleuza Aprígio de Souza, 33 anos, morada do bairro Primavera, passou pelo novo procedimento e passa bem. “Estava há 6 meses com hemorragia por causa dos miomas que estavam em meu útero. Só foi retirado o útero e daqui a pouco estou indo pra casa” – disse a paciente.

O procedimento foi realizado pelos médicos: Dr Cristóvam Miranda​ e Dr Leonardo De Vasconcelos Dias​. “Fizemos o curso em Londrina. A cirurgia é realizada via vaginal na ausência do prolapso uterino. Esse é mais um marco na história de Pirapora. Pode ser realizada em 98% dos casos de doença uterina” – declarou Dr. Cristóvam Miranda​.

Apesar de ser uma formação benigna, sem risco de evoluir para um câncer, o mioma é responsável por 90% das cirurgias de retirada de útero, a chamada histerectomia. No SUS, a histerectomia é a segunda cirurgia mais freqüente entre as mulheres em idade reprodutiva, só perdendo para as cesáreas.

Como é feita a histerectomia vaginal?

É um procedimento cirúrgico para remover o útero através da vagina. Durante uma histerectomia vaginal, o cirurgião separa o útero dos ovários, trompas de Falópio e da parte superior da vagina, assim como o separa dos vasos sanguíneos e do tecido conjuntivo que o suporta. O útero é então removido através da vagina.

A histerectomia vaginal envolve um menor tempo no hospital, menor custo e uma recuperação mais rápida do que uma histerectomia abdominal, que exige uma incisão na parte inferior do abdômen.

A histerectomia vaginal utiliza o canal da vagina como via de acesso para a retirada do útero, mesmo na ausência do prolapso (ou descida) do órgão.
Este método de histerectomia reúne como principal atrativo às pacientes, um baixíssimo índice de complicações e uma recuperação excelente, em curto espaço de tempo. Isto pode ser explicado pelo fato da vagina ser um orifício natural do organismo, e o acesso ao útero não incluir a abertura ou corte de planos musculares, mas apenas da mucosa vaginal, que possui baixo limiar de dor e alto potencial de cicatrização. Além disso com a histerectomia vaginal não há cicatrizes aparentes.

A anestesia utilizada para histerectomia vaginal é o bloqueio anestésico peridural e raquiano. O tempo cirúrgico é de 1 a 2 horas, com hospitalização de 24 horas. A recuperação está em torno de 5 a 7 dias.

Primeiro prematuro da UTI Neonatal é piraporense

Nasceu, às 11:23, do dia 25 de fevereiro de 2016 o primeiro prematuro. Ele é piraporense, sexo masculino, 530 gramas. A parturiente, Janaína C. da Silva Cardoso é morada de Buritizeiro, grávida de quase 25 semanas, segunda gestação seguida de um pré eclampse. O parto foi feito pelo Dr. Cristóvam Miranda, acompanhado pela Pediatra, Dra. Maria de Fátima Santos Siqueira. Mãe e bebê estam bem e recebem neste momento, todo atendimento necessário. Estamos aguardando a chegada do segundo bebê que virá pela Central de Regulação. Até o momento, as informações são de que ele é de Várzea da Palma.

O Dr. Helder Leone Alves Carvalho, Coordenador dos Neonatologistas e Pediatras da UTI Neonatal esclarece a diferença entre UTI Neonatal e UTI Pediátrica. “Todos os prematuros entre zero e 28 dias de vida são recebidos EXCLUSIVAMENTE pela UTI Neonatal, a partir de 29 dias tem que ser encaminhados para a UTI Pediátrica. Atenderemos toda a micro e macrorregião que estiverem na Central de Regulação” – finalizou.

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A Coordenadora da Enfermagem, Luciana Oliveira, declara que este é um grande avanço para Pirapora e região. “Agora podemos atender melhor nossos bebezinhos. Estamos com uma equipe multidisciplinar muito bem preparada para receber nosssos pequeninos”.

São 10 Neonatologistas e Pediatras com plantão 24 horas, 20 técnicos de enfermagem, sendo 2 técnicos para cada 2 prematuros, 4 enfermeiros, 4 fisioterapeutas, 4 apoio, 1 secretária e 1 nutricionista com 4 auxiliares que ficarão responsáveis pelo lactário (é a área destinada ao preparo e distribuição de fórmulas lácteas e não lácteas e dietas enterais. Esta área deve apresentar rigorosas técnicas de assepsia e controle da temperatura de produção do alimento, visando possibilitar ao paciente uma alimentação segura do ponto de vista microbiológico).

UTI Neonatal da FHMMF recebe bebê de Taiobeiras

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Mais um bebê chega a UTI Neonatal da Fundação Hospitalar Dr. Moisés Maglhães Freire. A tranferência ocorreu na segunda(07/03/16) com um menino de dois dias de vida da cidade de Taiobeiras para Pirapora. Na oportunidade, agradecemos a parceria da pediatra Dra. Karla Teles que ajudou no transporte do bebê do hospital até a aeronave. Fotos: SAMU

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Como cuidar da saúde no inverno

O inverno começa oficialmente neste domingo e a diminuição da temperatura deve vir acompanhada de cuidados com a saúde, principalmente de crianças, idosos e pessoas propensas a doenças respiratórias. Segundo o médico alergista, José Carlos Perini, as mudanças bruscas de temperatura que ocorrem ao longo do dia causam um estresse no corpo fragilizando a resistência orgânica.

Presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, Perini explica que muitos hábitos – como fechar os ambientes em casa, no trabalho, no carro e até mesmo no transporte coletivo – acabam atrapalhando a imunidade do organismo. “Esse enclausuramento por causa da temperatura é um fator de risco e facilita a proliferação de vírus pelo ambiente. Quando fazemos isso em casa também ajudamos os ácaros, fungos e mofo a proliferarem mais rapidamente”, disse.

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A dica do alergista é fazer circular o ar no ambiente, deixando uma fresta da janela aberta no transporte e em casa durante o dia, e evitar aglomerações. Ele aconselha ainda as pessoas, principalmente os alérgicos, a lavarem as roupas que estão guardadas há certo tempo, antes de usar, porque elas acumulam mofo.

O período frio também vem acompanhado da proliferação de vírus respiratórios, que aumentam manifestações respiratórias, como a gripe, o resfriado e a rinite alérgica, disse Perini, explicando que os pacientes com asma devem ter mais atenção, já que a frio simula a contração do pulmão e pode agravar o problema. “A pessoa que tem doença crônica deve ter o acompanhamento de um médico. No Brasil, apenas 10% a 15% das pessoas que têm asma usam os tratamentos adequados e é absurdo porque já há acesso gratuito a medicamentos”, disse o alergista, destacando que entre 2 500 e 3 000 pessoas morrem de asma no Brasil todos os anos.

O especialista alerta para a importância, como medida de prevenção, da vacina contra a gripe oferecida pelo governo para grupos específicos.

Além das baixas temperaturas, algumas regiões também são marcadas pela queda da umidade no ar, um agravante para o organismo, disse Perini, pois as pessoas ficam com dificuldade de respirar. Ele explica que, além de nebulizadores, podem ser utilizadas toalhas molhadas esticadas pela casa para aumentar a umidade do ar. “Bacia, balde ou copo com água são mitos, porque a superfície é reduzida e a água não vai conseguir evaporar”, enfatizou.

O uso de aquecedores em casa também é aconselhado pelo alergista, desde que em uma temperatura confortável, por volta de 21 graus Celsius.

Além do sistema respiratório, a pele também é muito prejudicada com o tempo seco. Ele lembra que banhos quentes removem a hidratação natural da pele.

Casos de sífilis em bebês triplicam no Brasil

Quando não há tratamento adequado, a sífilis na gravidez pode causar aborto ou morte do feto. O risco é de 40%. Se os bebês não forem diagnosticados e tratados antes de um mês de vida, podem sofrer danos como cegueira, surdez e retardo mental.

Para os médicos, a alta taxa de sífilis congênita reflete falhas no sistema de controle das DSTs, nos programas de pré-natal e descumprimento dos protocolos pelas maternidades. Isso porque a recomendação é de que o teste para sífilis seja feito no primeiro trimestre de gravidez, no último e no momento do parto. Alem disso é fundamental que o parceiro também seja tratado, para que ele não volte a infectar a parceira.

Embora não tenha estatísticas da doença em adultos, o crescimento de notificações entre gestantes e bebês indica uma alta de casos também na população em geral. No sistema público de saúde, a notificação de sífilis em adultos só passou a ser obrigatória em outubro do ano passado.

Governo lança campanha de doação de leite materno para subir ofertas no SUS

O Ministério da Saúde lançou nesta quarta-feira (20) a Campanha Nacional de Doação de Leite Materno com o objetivo de ampliar a rede de oferta do alimento no país que atualmente supre 60% da demanda. O leite materno doado vai para os bancos de leite onde é pasteurizado e entregue para ser usado nas UTIs neonatais do SUS (Sistema Único de Saúde).

O governo investiu R$ 1 milhão na campanha cujo tema é “Seja doadora de leite materno e faça a diferença na vida de muitas crianças”. O tema será veiculado na TV e na mídia eletrônica por um ano.

O aleitamento materno exclusivo até seis meses e prolongado até os dois anos é preconizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) para proteger o bebê de infecções, diarreias e alergias, além de diminuir a chance de mortalidade infantil e evitar obesidade, diabetes e hipertensão ao longo da vida. Estudos provam que o leite materno pode reduzir em 13% as mortes por causas evitáveis em crianças de até 5 anos.

“A meta é ampliar em 15% as doações para bebês prematuros. Um litro de leite beneficiará dez bebês prematuros”, disse a ministra da Saúde interina, Ana Paula Soter.
Todos os Estados têm banco de leite

Atualmente, o país conta com 215 bancos de leite e 98 postos de coleta distribuídos em todos os Estados brasileiros, o que faz o país ter a maior e mais complexa rede de bancos de leite do mundo. Em 2014, 164 mil mulheres doaram leite materno no Brasil. No mesmo ano foram coletados 184 mil litros de leite, beneficiando 170 mil recém-nascidos, total correspondente entre 55% e 60% da necessidade do país, segundo dados do Ministério da Saúde.

No Brasil, 67,7% das crianças mamam na primeira hora de vida e a duração média do aleitamento materno exclusivo é de 54 dias. Ainda segundo o Ministério da Saúde, 41% dos menores de 6 meses tiveram alimentação exclusivamente por leite materno.

Desde 2005, o país exporta técnicas de baixo custo para implementar bancos de leite materno em 25 países.

“O Brasil desde o final da década passada se tornou o maior protagonista na cooperação de bancos de leite que contempla 25 países […], como Cabo Verde, Moçambique e Angola, e ser reconhecido pela OMS como portador de uma tecnologia passível de reduzir a mortalidade infantil”, disse o pediatra Paulo Bonilha, coordenador de Saúde da Criança do Ministério da Saúde.
Como e onde doar?

Qualquer mulher que esteja amamentando pode doar leite sem correr o risco de “secar” a produção, já que a doação estimula a produção do alimento. Para doar, a mulher que estiver amamentando pode ligar no número 136 ou procurar o banco de leite mais próximo. Veja a lista de bancos de leite nos Estados e no Distrito Federal.

Antes da coleta, a doadora deve fazer uma higiene pessoal com água, cobrindo os cabelos com lenço ou touca, e limpar as mamas com uma toalha limpa.

O leite deve ser coletado em local limpo e tranquilo e pode ficar no freezer ou no congelador da geladeira por até dez dias. Nesse período, deverá ser transportado ao banco de leite humano mais próximo da sua casa.

“Quando a mulher amamenta, ela cumpre um papel social e precisa de todo apoio da sociedade”, disse a atriz Maria Paula, ex-“Casseta e Planeta”, que estava presente no lançamento. A atriz recebeu, em 2012, o título de Embaixadora da Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, devido a seu envolvimento e dedicação à causa.

SUS vai distribuir novos remédios para tratar hepatite C

O Sistema Único de Saúde (SUS) terá três novos medicamentos para o tratamento da hepatite viral C crônica. O uso do sofosbuvir, daclatasvir e simeprevir na rede pública está previsto em portaria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, do Ministério da Saúde, publicada na edição de hoje (23) do Diário Oficial da União.

Na semana passada o ministério anunciou a previsão de incorporar os três medicamentos que aumentam as chances de cura e reduzem o tempo de tratamento. A adoção foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.

O Ministério da Saúde informou que o novo tratamento tem taxa de cura de 90%, enquanto o usado, atualmente, tem eficácia de cura que varia entre 50% e 70%. Outra vantagem apontada é a diminuição do tempo da terapia, das atuais 48 semanas para de 12 semanas. Os medicamentos poderão ser usados por pacientes que acabaram de receber o diagnóstico de hepatite C e pelas pessoas que já completaram o tratamento atual, mas que não se curaram.

Os medicamentos serão adquiridos de maneira centralizada pelo ministério para distribuição aos Estados. A previsão é que no primeiro ano de uso será adquirido o suficiente para o atendimento de 15 mil pacientes. A estimativa é que o valor da compra seja de R$ 500 milhões.

Minas Gerais já registrou quase 6,5 mil casos de dengue em 2015

Mesmo sem ter grande incidência de chuva, a dengue ainda é uma preocupação em Minas Gerais. Desde o início deste ano, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) já registrou cinco mortes por causa da doença. Outras 6.497 pessoas já foram contaminadas pelo vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. O número está bem abaixo do registrado nos anos anteriores

Em 2014, nos quatro primeiros meses do ano foram registrados 21.386 casos da doença. No ano anterior a situação foi mais crítica. Até março, 217.894 pacientes foram diagnosticados com dengue.

Mesmo com a grande diminuição no número de casos, a situação de Minas ainda é preocupante. O resultado do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa), feito entre janeiro e fevereiro deste ano, não foi bom. Conforme a tabela divulgada pelo Ministério da Saúde, Minas Gerais tem 19 cidades com Índice de Infestação Predial (IIP) – relação do número de imóveis positivos para o mosquito pelo número de imóveis pesquisados – acima de 4,0, o que configura risco para dengue e chikungunya. Veja a lista: Bom Despacho (6,1), Dores do Indaiá (6,8), Formiga (6,7), Francisco Sá (5,6), Governador Valadares (6,6), Ituiutaba (10,7), Juiz de Fora (4,2), Mantena (4,9), Matozinhos (4,3), Oliveira (4,3), Pará de Minas (9,3), Paracatu (5,9), Piumhi (4,5), Ponte Nova (5,4), São João del-Rei (4,1), São Sebastião do Paraíso (6,9), Ubá (4,3), Unaí (6,8) e Vespasiano (4,2).

Belo Horizonte está incluída entre as 18 capitais brasileiras que se encontram em situação de alerta para o contágio de dengue e de febre chikungunya, segundo o Ministério da Saúde.

O estado já registrou cinco mortes pela doença. A primeira vítima foi um morador de 64 anos de Iguatama, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, que morreu em 26 de janeiro deste ano. Também morreram um homem de 64 anos, em Uberaba, no Triângulo, uma mulher de 81 em Faria Lemos, na Zona da Mata, uma moradora de 57 de Três Pontas, e outra de 67 de Três Corações, ambas cidades no Sul de Minas. Em 2014, foram registradas 49 mortes.

Febre Chikungunya

Outra doença transmitida pelo Aedes aegypti é a Febre Chikungunya. O estado registrou apenas um caso neste ano. Trata-se de uma moradora, de 27, de Viçosa, na Região da Zona da Mata, que, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), contraiu a enfermidade na Colômbia. Outros 96 casos foram descartados e outros seis estão em investigação.

Em 2014, 109 casos de Fecbre Chikungunya foram notificados em Minas Gerais. Destes, sete foram confirmados e outros 96 descartados.