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Casos de sífilis em bebês triplicam no Brasil

Quando não há tratamento adequado, a sífilis na gravidez pode causar aborto ou morte do feto. O risco é de 40%. Se os bebês não forem diagnosticados e tratados antes de um mês de vida, podem sofrer danos como cegueira, surdez e retardo mental.

Para os médicos, a alta taxa de sífilis congênita reflete falhas no sistema de controle das DSTs, nos programas de pré-natal e descumprimento dos protocolos pelas maternidades. Isso porque a recomendação é de que o teste para sífilis seja feito no primeiro trimestre de gravidez, no último e no momento do parto. Alem disso é fundamental que o parceiro também seja tratado, para que ele não volte a infectar a parceira.

Embora não tenha estatísticas da doença em adultos, o crescimento de notificações entre gestantes e bebês indica uma alta de casos também na população em geral. No sistema público de saúde, a notificação de sífilis em adultos só passou a ser obrigatória em outubro do ano passado.

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